Taiga, onde há predomínio das coníferas.
A taiga situa-se ao sul da tundra.
Podendo ser encontrada nas porções norte da América do Norte, da Europa e da Ásia.
É o bioma típico de regiões de clima continental frio.
Sua cobertura vegetal está sendo reduzida em virtude da exploração da madeira para a produção de papel.
Esse bioma ocorre em regiões de inverno tão rigoroso quanto o da tundra
Porém de menor duração.
FLORA
A vegetação da taiga, influenciada diretamente pelo clima, é relativamente homogênea.
Sendo composta por árvores de grande porte com troncos retos e copas em forma de cones.
As principais espécies são o pinheiro, cipreste e o abeto.
As árvores possuem folhas aciculifoliadas, ou seja, em forma de agulha
Essa característica é uma forma para não acumular neve.
Além disso, musgos e líquens também são encontrados na taiga.
FAUNA
A fauna, pouco diversificada, é formada por animais
Como ursos-pardos, lobos, lebres, linces, alces, esquilos, raposas, aves e diversos insetos.
Algumas dessas espécies, em especial as aves, migram para outras regiões durante o inverno,
Em busca de lugares com temperaturas mais elevadas.
Países como Noruega, Suécia, Finlândia, Rússia e Canadá, além do Alasca, abrigam grandes extensões de taiga.
A Sibéria, na Rússia, possui a maior área de vegetação de taiga.
Outros destaques são a taiga canadense e a taiga escandinava.
Contudo, a exploração das árvores para a realização de atividades econômicas
Celulose, produção de papel, construção civil, etc., tem reduzido o bioma de forma drástica.
No Canadá, por exemplo, a utilização das árvores da taiga como matéria-prima para fabricação de papel
é uma atividade econômica de fundamental importância para o país,
respondendo por 10% das exportações nacionais.
O Canadá é responsável pela produção de aproximadamente 50% de todo o papel-jornal comercializado no mundo.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
1º ano - aula 38 - TAIGA
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quinta-feira, 11 de julho de 2013
PRESTEM BEM ATENÇÃO
NA FOTO ESTÁ ESCRITO:
EM 2020 UMA A CADA QUATRO CRIANÇAS SERA DESNUTRIDA
NA VIDA
SÓ VOCÊS, GAROTINHAS E GAROTINHOS,
PODERÃO FAZER A DIFERENÇA.
NINGUÉM MAIS.
FUTURO
Claro que me preocupo com o futuro, afinal tenho filhos e netos.
Mas, também, me preocupo com os jovens em geral, principalmente alunos e ex-alunos.
Por favor, conscientizem-se que estudar é fundamental.
A cultura e o conhecimento, liberta o ser humano.
Creiam!
Mas, também, me preocupo com os jovens em geral, principalmente alunos e ex-alunos.
Por favor, conscientizem-se que estudar é fundamental.
A cultura e o conhecimento, liberta o ser humano.
Creiam!
A IMPORTÂNCIA DO CAPITALISMO = CONSUMISMO + LUCRO
Conheça os principais emissores de carbono do planeta
Do UOL Ciência e Saúde
* Em São Paulo
06/12/2011
11h40
Mais da metade de todas as emissões de carbono liberadas na atmosfera são geradas por cinco países,
segundo um ranking de emissões de gases estufa publicado na semana passada,
no qual o Brasil aparece na sexta posição.
China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Japão lideram o ranking, seguidos de Brasil, Alemanha, Canadá, México e Irã,
de acordo com a lista, divulgada durante as negociações climáticas da ONU em Durban, África do Sul.
Os primeiros 10 países da lista são responsáveis por dois terços das emissões globais,
acrescentou o documento,
compilado pela empresa radicada Maplecroft, especializada em análise de risco.
A China, que superou os Estados Unidos alguns anos atrás no topo da lista,
produziu 9.441 megatoneladas de CO2-equivalente (CO2e),
uma medida que combina dióxido de carbono (CO2) com outros gases aprisionadores de calor, como metano e óxido nitroso.
O método de cálculo utilizado combinou números de 2009 para o consumo de energia com números estimados para 2010.
A maioria das emissões dos países é de dióxido de carbono, graças à enorme demanda de energia.
O uso de energias renováveis está aumentando, mas continua pequeno em comparação com o de combustíveis fósseis.
A Índia produziu 2.272,45 megatoneladas de CO2e,
parte significativa de metano gerado na agricultura.
"Embora o uso per capita de energia na China e na Índia seja relativamente baixo,
a demanda em geral é muito grande", explicou Chris Laws, analista da Maplecroft à AFP.
A produção brasileira, de 1.144 megatoneladas derivados do uso energético,
seria significativamente maior se o desmatamento fosse levado em conta.
Entre as economias avançadas,
os Estados Unidos - o primeiro país em emissões per capita entre as grandes potências -
produziram 6.539 megatoneladas de CO2e.
A Rússia, com 1.963 megatoneladas, ficou em quarto.
Suas emissões caíram após a derrocada da União Soviética, mas espera-se que subam.
No Japão, onde a geração é de 1.203 megatoneladas de CO2e,
os temores de segurança com relação à energia nuclear levaram a uma maior dependência em combustíveis fósseis,
e um pico em emissões de carbono.
O índice dos 176 países, com base nos níveis anuais de emissões de gases de efeito estufa,
combina dados sobre as emissões de CO2 de uso energético e emissões de gases não CO2.
Os dados vieram de várias fontes, entre elas a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA).
Do UOL Ciência e Saúde
* Em São Paulo
06/12/2011
11h40
Mais da metade de todas as emissões de carbono liberadas na atmosfera são geradas por cinco países,
segundo um ranking de emissões de gases estufa publicado na semana passada,
no qual o Brasil aparece na sexta posição.
China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Japão lideram o ranking, seguidos de Brasil, Alemanha, Canadá, México e Irã,
de acordo com a lista, divulgada durante as negociações climáticas da ONU em Durban, África do Sul.
Os primeiros 10 países da lista são responsáveis por dois terços das emissões globais,
acrescentou o documento,
compilado pela empresa radicada Maplecroft, especializada em análise de risco.
A China, que superou os Estados Unidos alguns anos atrás no topo da lista,
produziu 9.441 megatoneladas de CO2-equivalente (CO2e),
uma medida que combina dióxido de carbono (CO2) com outros gases aprisionadores de calor, como metano e óxido nitroso.
O método de cálculo utilizado combinou números de 2009 para o consumo de energia com números estimados para 2010.
A maioria das emissões dos países é de dióxido de carbono, graças à enorme demanda de energia.
O uso de energias renováveis está aumentando, mas continua pequeno em comparação com o de combustíveis fósseis.
A Índia produziu 2.272,45 megatoneladas de CO2e,
parte significativa de metano gerado na agricultura.
"Embora o uso per capita de energia na China e na Índia seja relativamente baixo,
a demanda em geral é muito grande", explicou Chris Laws, analista da Maplecroft à AFP.
A produção brasileira, de 1.144 megatoneladas derivados do uso energético,
seria significativamente maior se o desmatamento fosse levado em conta.
Entre as economias avançadas,
os Estados Unidos - o primeiro país em emissões per capita entre as grandes potências -
produziram 6.539 megatoneladas de CO2e.
A Rússia, com 1.963 megatoneladas, ficou em quarto.
Suas emissões caíram após a derrocada da União Soviética, mas espera-se que subam.
No Japão, onde a geração é de 1.203 megatoneladas de CO2e,
os temores de segurança com relação à energia nuclear levaram a uma maior dependência em combustíveis fósseis,
e um pico em emissões de carbono.
O índice dos 176 países, com base nos níveis anuais de emissões de gases de efeito estufa,
combina dados sobre as emissões de CO2 de uso energético e emissões de gases não CO2.
Os dados vieram de várias fontes, entre elas a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA).
DEPOIS, VÃO DIZER QUE NÃO AVISEI!
Atmosfera do futuro diminuirá produção de alimentos, diz pesquisa da USP
Alessandra Morgado
Do UOL, em Piracicaba
11/07/2013
06h00
Em maio foi atingido o recorde de concentração de dióxido de carbono no ar,
400 partes por milhão --
e este patamar deve ser comum nos próximos anos.
Mas na prática, o que ele significa?
Redução na produção agrícola de alimentos como o arroz, feijão, soja, milho e trigo,
segundo pesquisadores do Cena (Centro de Energia Nuclear na Agricultura),
unidade da USP (Universidade de São Paulo) em Piracicaba,
que simularam um ambiente saturado de CO2.
Já a cana-de-açúcar e as pastagens teriam incremento na produção com o aumento da concentração do CO2.
Mas antes de ver um "lado bom", Adibe Luiz Abdalla, professor do Cena/USP e orientador do trabalho,
faz um alerta: a braquiária, gramínea largamente utilizada para alimentação de gado,
apresentou crescimento 20% superior do que as plantas em ambiente normal,
porém esse crescimento também tornou o capim menos digestível para o animal.
Com mais gás carbônico, a planta produz 5% menos folhas e tem os talos, que têm fibras indigestas, aumentados em 8%.
Assim, a braquiária perde valor nutricional e aumenta ainda mais a emissão de metano pelos bovinos, o que significa mais gases do efeito estufa.
Os cientistas criaram uma área controlada onde a concentração do dióxido de carbono na atmosfera seria de 550 PPM (parte por milhão),
o que corresponde a estimativa que seria alcançada em 30 anos.
Atualmente, temos entre 370 e 390 PPM na atmosfera.
"A elevação de CO2 aumenta a fotossíntese e a produção de biomassa na braquiária", explica Abdalla.
Porém, o algodão também sofrerá com uma menor produtividade.
Outra pesquisadora da Embrapa Jaguariúna, local onde foi feito o experimento, está avaliando o impacto no café e a qualidade do grão.
Já se sabe que com o ambiente modificado a planta pode crescer e produzir mais,
contudo a qualidade do grão e a fragilidade para doenças também tendem a aumentar,
o que coloca os pesquisadores em alerta.
O campo da Embrapa, que fica no município de Jaguariúna/SP, é onde está localizado este experimento.
A área possui 12 redondéis, com 10 metros de diâmetro,
nos quais seis são equipados com injeções de C02 em seu interior, criando a atmosfera de CO2 elevado.
A outra metade possui atmosfera ambiente.
Braquiárias: espécie de capim utilizado como alimento para o gado
Redondéis: áreas demarcadas em formato redondo.
Redondéis: áreas demarcadas em formato redondo.
Do UOL, em Piracicaba
11/07/2013
06h00
Em maio foi atingido o recorde de concentração de dióxido de carbono no ar,
400 partes por milhão --
e este patamar deve ser comum nos próximos anos.
Mas na prática, o que ele significa?
Redução na produção agrícola de alimentos como o arroz, feijão, soja, milho e trigo,
segundo pesquisadores do Cena (Centro de Energia Nuclear na Agricultura),
unidade da USP (Universidade de São Paulo) em Piracicaba,
que simularam um ambiente saturado de CO2.
Já a cana-de-açúcar e as pastagens teriam incremento na produção com o aumento da concentração do CO2.
Mas antes de ver um "lado bom", Adibe Luiz Abdalla, professor do Cena/USP e orientador do trabalho,
faz um alerta: a braquiária, gramínea largamente utilizada para alimentação de gado,
apresentou crescimento 20% superior do que as plantas em ambiente normal,
porém esse crescimento também tornou o capim menos digestível para o animal.
Com mais gás carbônico, a planta produz 5% menos folhas e tem os talos, que têm fibras indigestas, aumentados em 8%.
Assim, a braquiária perde valor nutricional e aumenta ainda mais a emissão de metano pelos bovinos, o que significa mais gases do efeito estufa.
Os cientistas criaram uma área controlada onde a concentração do dióxido de carbono na atmosfera seria de 550 PPM (parte por milhão),
o que corresponde a estimativa que seria alcançada em 30 anos.
Atualmente, temos entre 370 e 390 PPM na atmosfera.
"A elevação de CO2 aumenta a fotossíntese e a produção de biomassa na braquiária", explica Abdalla.
Porém, o algodão também sofrerá com uma menor produtividade.
Outra pesquisadora da Embrapa Jaguariúna, local onde foi feito o experimento, está avaliando o impacto no café e a qualidade do grão.
Já se sabe que com o ambiente modificado a planta pode crescer e produzir mais,
contudo a qualidade do grão e a fragilidade para doenças também tendem a aumentar,
o que coloca os pesquisadores em alerta.
O campo da Embrapa, que fica no município de Jaguariúna/SP, é onde está localizado este experimento.
A área possui 12 redondéis, com 10 metros de diâmetro,
nos quais seis são equipados com injeções de C02 em seu interior, criando a atmosfera de CO2 elevado.
A outra metade possui atmosfera ambiente.
Braquiárias: espécie de capim utilizado como alimento para o gado
Redondéis: áreas demarcadas em formato redondo.
Redondéis: áreas demarcadas em formato redondo.
terça-feira, 9 de julho de 2013
1º ano - aula 37 - TUNDRA
LOCALIZAÇÃO
A tundra é um bioma típico das regiões polares, onde se registram as menores temperaturas do planeta.
Sua biodiversidade, em razão das baixas temperaturas, não é muito rica.
Além disso, esse bioma dispõe de pequena luminosidade
Fato que limita o desenvolvimento de uma vegetação exuberante.
Localiza-se ao nível do círculo polar ártico.
Ela está presente principalmente no extremo norte da América do Norte, da Europa e da Ásia.
Além de algumas localidades do Hemisfério Sul, tais como na Terra do Fogo e na península Antártica.
Essas regiões registram as menores temperaturas do planeta.
O verão dura cerca de dois meses, com temperatura máxima por volta de 10º Celsius.
FLORA
Nessa estação, nas áreas onde o solo se degela superficialmente, desenvolve-se uma vegetação típica.
A cobertura vegetal da tundra é de pequeno porte.
Sendo formada basicamente por musgos, líquens, gramíneas e outras espécies herbáceas.
Não havendo árvores de grande porte.
Essas espécies são adaptadas às condições climáticas da região polar,
Conseguindo se desenvolver durante o verão.
Porém, o ciclo termina com o inverno e com a consequente camada de gelo que se forma no solo.
FAUNA
Essas plantas servem de alimento aos animais herbívoros,
Como a rena (ou caribu), o boi-almiscarado, os lemingues (roedores) e as lebres árticas.
Que por sua vez servem de alimento aos animais carnívoros,
Como o urso-polar, a raposa ártica, o lobo ártico e a coruja-das-neves.
Na tundra são encontradas, também, aves e grande variedade de insetos.
Boa parte dessas espécies migram durante o inverno, em busca de locais com temperaturas mais elevadas.
SECA FISIOLÓGICA: fenômeno no qual o solo encontra-se suprido de água, mas as plantas não conseguem absorvê-la em razão do congelamento.
A tundra é um bioma típico das regiões polares, onde se registram as menores temperaturas do planeta.
Sua biodiversidade, em razão das baixas temperaturas, não é muito rica.
Além disso, esse bioma dispõe de pequena luminosidade
Fato que limita o desenvolvimento de uma vegetação exuberante.
Localiza-se ao nível do círculo polar ártico.
Ela está presente principalmente no extremo norte da América do Norte, da Europa e da Ásia.
Além de algumas localidades do Hemisfério Sul, tais como na Terra do Fogo e na península Antártica.
Essas regiões registram as menores temperaturas do planeta.
O verão dura cerca de dois meses, com temperatura máxima por volta de 10º Celsius.
FLORA
Nessa estação, nas áreas onde o solo se degela superficialmente, desenvolve-se uma vegetação típica.
A cobertura vegetal da tundra é de pequeno porte.
Sendo formada basicamente por musgos, líquens, gramíneas e outras espécies herbáceas.
Não havendo árvores de grande porte.
Essas espécies são adaptadas às condições climáticas da região polar,
Conseguindo se desenvolver durante o verão.
Porém, o ciclo termina com o inverno e com a consequente camada de gelo que se forma no solo.
FAUNA
Essas plantas servem de alimento aos animais herbívoros,
Como a rena (ou caribu), o boi-almiscarado, os lemingues (roedores) e as lebres árticas.
Que por sua vez servem de alimento aos animais carnívoros,
Como o urso-polar, a raposa ártica, o lobo ártico e a coruja-das-neves.
Na tundra são encontradas, também, aves e grande variedade de insetos.
Boa parte dessas espécies migram durante o inverno, em busca de locais com temperaturas mais elevadas.
SECA FISIOLÓGICA: fenômeno no qual o solo encontra-se suprido de água, mas as plantas não conseguem absorvê-la em razão do congelamento.
1º ano - aula 35 - ECOSSISTEMAS TERRESTRES
A biosfera compreende o conjunto de todos os ecossistemas do planeta.
A vida pode se desenvolver nas terras emersas, na água doce e na água salgada.
Assim, a biosfera pode ser dividida em três grandes biociclos:
BIOCICLO TERRESTRE - é o conjunto formado por todos os ecossistemas de terra firme.
BIOCICLO DULCÍCOLA - são todos os ecossistemas de água doce.
BIOCICLO MARINHO - formado por todos os ecossistemas de água salgada.
BIOCICLO TERRESTRE:
É constituído por diversas unidades relativamente uniformes e estáveis, com fauna, flora e clima próprios.
Essas unidades constituem exemplos de grandes ecossistemas e cada uma delas pode ser chamada de bioma.
Os principais biomas terrestres são: a tundra, a taiga, as florestas temperadas decíduas, as florestas tropicais, os campos e os desertos.
A vida pode se desenvolver nas terras emersas, na água doce e na água salgada.
Assim, a biosfera pode ser dividida em três grandes biociclos:
BIOCICLO TERRESTRE - é o conjunto formado por todos os ecossistemas de terra firme.
BIOCICLO DULCÍCOLA - são todos os ecossistemas de água doce.
BIOCICLO MARINHO - formado por todos os ecossistemas de água salgada.
BIOCICLO TERRESTRE:
É constituído por diversas unidades relativamente uniformes e estáveis, com fauna, flora e clima próprios.
Essas unidades constituem exemplos de grandes ecossistemas e cada uma delas pode ser chamada de bioma.
Os principais biomas terrestres são: a tundra, a taiga, as florestas temperadas decíduas, as florestas tropicais, os campos e os desertos.
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